quarta-feira, 2 de julho de 2014

Pipoca doce

Rendimento: 10 porções
Ingredientes para a pipoca:
150 gramas de milho para pipoca
50 ml de óleo de canola

Ingredientes para o caramelo:
200 gramas de açúcar
100 ml de água
01 colher de sopa de glucose de milho
01 colher de chá de bicarbonato de sódio

Modo de preparo:

Coloque em uma panela média o óleo e leve ao fogo médio. Adicione o milho para pipoca e tampe a panela. Mexa de vez em quando para que o óleo envolva todos os grãos. Quando começar a estourar, mexa mais uma vez a panela com a tampa fechada e tome cuidado para não queimar. Assim que a quantidade de estouros diminuir, abaixe o fogo e espere até que não haja mais barulho por uns 3 segundos. Abra e retire da panela imediatamente, reserve.
Para fazer o caramelo, coloque o açúcar, a água e a glucose de milho em uma panela, de preferência uma de fundo triplo. Leve ao fogo médio e espere reduzir até a metade sem mexer, para não açucarar. Passado este tempo, abaixe o fogo e preste atenção nas bordas da panela para quando a calda começar a escurecer e desligue o fogo, coloque o bicarbonato de sódio e misture. O caramelo vai começar a borbulhar e crescer daí acrescente as pipocas já feitas, misture com cuidado para envolver toda a pipoca e não quebrá-la. Espalhe em uma assadeira e espere esfriar para servir.


Fonte: Flávio Miyamura – chef do restaurante Miya (a pipoca é servida como acompanhamento do café no restaurante)

Saiba como prevenir e tratar o câncer de mama fazendo atividade física

Exercícios leves, moderados ou intensos?

Pesquisadores da Universidade de Estetino, na Polônia, revisaram um monte de artigos sobre o impacto dos exercícios na prevenção de diversos cânceres. Com esses dados em mãos, eles apontaram que as mulheres com menor probabilidade de desenvolver um nódulo maligno nos seios dedicavam sete horas ou mais na semana às atividades físicas. Detalhe: elas treinavam em um ritmo de moderado a intenso. "Pelo visto, não é qualquer caminhadinha de final de semana que confere a maior proteção contra esse tumor, embora esse hábito seja bem melhor do que ficar parado", pondera o oncologista Marcelo Rocha de Sousa Cruz, do Centro Oncológico Antônio Ermírio de Moraes, em São Paulo.
Mesmo diretrizes mais brandas, como a adotada pela Sociedade Americana de Câncer, que propõe duas horas e meia de ralação vigorosa por semana, exigem bastante do corpo. "Entre outros benefícios, esforços dessa magnitude elevam significativamente o gasto metabólico", informa o professor de educação física Cassiano Merussi Neiva, da Universidade Estadual Paulista, em Bauru. Com isso, cai o risco de a barriga inflar, algo importante, uma vez que a obesidade aumenta a produção de hormônios como estrogênio e insulina, que, em excesso, podem patrocinar o câncer de mama.
Contudo, até tipos dessa doença que não mantêm ligações com hormônios aparecem menos entre quem malha com frequência. "Esse hábito, por si só, controla inflamações pelo organismo, outro fator por trás de tumores", justifica a fisiatra Christina May Moran de Brito, coordenadora do Serviço de Reabilitação do Hospital Sírio-Libanês, na capital paulista.
A importância dos exercícios em mulheres com câncer

Uma mulher já diagnosticada com câncer de mama também leva vantagem ao se movimentar regularmente. "Os exercícios eliminam o excesso de lipídios que circulam no sangue. Aí, essas moléculas não são tão aproveitadas pelo tumor como substrato para seu desenvolvimento", descreve Merussi Neiva. "A atividade física ainda reduz a formação de vasos ao redor do câncer, que servem para abastecê-lo de sangue", completa Christina. Em outras palavras, é como se corridas e pedaladas auxiliassem a matar o inimigo de fome.
Bom, mas qual a dose ideal de agito para esse grupo de mulheres? A Sociedade Americana de Câncer estipula as mesmas metas que mencionamos anteriormente. Já aquela revisão polonesa também citada destaca que, segundo os estudos avaliados, as pacientes que puseram o próprio corpo para se mexer - em intensidade ao menos moderada - de três a cinco horas por semana eram as com maiores taxas de sobrevivência. Entretanto, antes de correr em busca desses objetivos, quem enfrenta a doença precisa tomar precauções específicas para não ameaçar a sua recuperação. "É absolutamente necessário se submeter a uma avaliação completa com o objetivo de identificar eventuais restrições de movimento ou uma anemia, por exemplo", observa Sousa Cruz.
Mas que fique claro: não é proibido calçar o tênis e dar suas passadas por aí durante o tratamento. Os exercícios atenuam o cansaço e as náuseas, efeitos colaterais decorrentes da própria terapia. Além disso, tirar o corpo do marasmo promove mais autonomia à paciente, melhora seu bem-estar e ainda ajuda a paciente a relaxar e dormir com mais facilidade.

E a musculação?

Verdade que a maioria dos artigos se debruça sobre o potencial das atividades aeróbicas, como caminhada e corrida, contra o tumor de mama. No entanto, levantar peso cerca de duas vezes por semana também deveria integrar o protocolo de treinamento das mulheres acometidas pela doença. "O exercício resistido diminui o linfedema, um inchaço que às vezes aparece nos braços delas", exemplifica Merussi Neiva.

O poder da ioga

Na americana Universidade do Estado de Ohio, mulheres com câncer de mama realizaram essa prática duas vezes por semana. Após três meses, elas apresentaram uma menor concentração de substâncias inflamatórias, que colaboram para o tumor. "Afora ser um exercício físico, a ioga, por incluir a meditação, aplaca o estresse, outro fator que gera inflamações", explica a autora do experimento, Janice Kiecolt-Glaser.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Zumba fitness: um jeito divertido de queimar até 1000 kcal em uma hora de aula

Se Zumba ainda não faz parte do seu vocabulário fitness, chegou a hora de conhecer melhor essa modalidade que já conquistou cerca de 14 milhões de adeptas em 185 países. Até famosas, como Emma Watson, Shakira e Jennifer Lopez já aderiam a essa dança latina supersensual, que promete queimar de 600 a 1000 kcal em uma hora de aula. Quem garante é Caroline Pascarelli, professora de zumba da Contours, academia exclusiva para mulheres.

Como surgiu

A aula foi criada por um acaso em 1990, quando o colombiano Alberto "Beto" Perez, que ensinava ginástica aeróbica, em Cali, esqueceu a trilha sonora da aula e resolveu improvisá-la com os CDs de salsa e merengue que carregava na bolsa. Por pura intuição, ele fez nascer um novo método, que tem a música como condutora de movimentos aeróbicos. Em 2001, a dança-fitness foi levada para os Estados Unidos e agradou tanto que virou febre - e marca! Hoje, além das academias, já existem DVDs que ensinam o passo a passo da dança para ser praticada em casa.

Como é a aula

Segundo Caroline, a aula insere exercícios aeróbicos e localizados em uma coreografia divertida, que combina movimentos de rumba, salsa, merengue e reggaeton. "Mas hoje já começaram a acrescentar samba e hip-hop à modalidade. A ideia é que a aluna se divirta, enquanto tem um alto gasto calórico", conta a professora. Na opção "fitness", toda a sequência de passos é realizada explorando o peso do próprio corpo, já a versão "toning" é feita com maracas de 1kg, que se assemelham a halteres. Para idosos, gestantes e iniciantes existe ainda a "Zumba gold", que é feito com intensidade baixa, menos agachamento e menor complexidade de passos. Isso significa que para entrar no ritmo - e em forma - não é necessário ser expert em dança.

Benefícios proporcionados

A alta intensidade do exercício é comparada a de uma aula de corrida, spinning e muay thai. Resultado: é possível notar os quilinhos a menos depois de um mês de aula feita com uma frequência de duas a três vezes semanais. Além disso, Caroline destaca outros benefícios, como melhoria no sistema cardiovascular e do condicionamento físico, ganho na tonificação muscular dos membros inferiores (glúteo, quadríceps e panturrilha), aprimoramento da coordenação motora e da agilidade, e aumento da autoestima.