segunda-feira, 11 de março de 2013

Como eu faço para controlar as pulgas do meu cachorro?


 
É verão! Nesse período, as pulgas se desenvolvem de forma rápida no ambiente e na pele de nossos cachorros. A preocupação com esses parasitas, porém, está longe de ser apenas devido ao incômodo que provocam por meio da coceira e de lesões na pele. Acreditem: o caos que é a infestação dos bichinhos pode causar até mesmo anemia, além das feridas na cútis, principalmente em volta da cauda, e da perda de pelos nos cães. Alguns animais, dependendo da coceira, podem até perder o apetite e, assim, ficar mais propensos também a outras doenças.

Além de todas as questões expostas acima, as pulgas podem também ser responsáveis pela transmissão do Dipilidium, um verme bastante comum e que compete com os nutrientes ingeridos pelo cão. Para conter os transtornos, existem produtos tão modernos e eficientes que podem até mesmo ser utilizados em filhotes.

Alguns são sprays, utilizados em toda a pelagem, e outros são aplicados pelo método denominado top-spot, que consiste em pingar uma pequena quantidade do produto na região da nuca. O remédio é então absorvido pela pele e espalhado para as demais regiões do corpo com ajuda da gordura que fica abaixo da cútis. Em geral, essas substâncias são seguras e duram cerca de três semanas. Depois, siga a risca a manutenção do tratamento.

Seja em spray ou top-spot, é importante não banhar ou escovar o animal dois dias antes e dois dias após a aplicação. Isso fará com que o produto dure o período desejado. No mais, em casos de grande infestação, deve-se tratar, além do bichinho, também o ambiente. Isso mesmo! Muitos donos de pets tratam o seu melhor amigo e esquecem que é no ambiente que se instalam os ovos de pulgas e suas próximas gerações.
 
Para tratar o local, deve-se escolher uma empresa que realize uma dedetização especial contra pulgas e avisá-la sobre a utilização de um produto que não seja tóxico aos animais. Na dúvida, tire férias junto ao seu pet! Uma saída pode ser a melhor opção nesse período.

É imprescindível também lembrar que o tratamento para evitar as pulgas deve ser constante, pois, em um simples passeio, elas podem infestar novamente o bichinho. Nesse caso, a prevenção é a maior aliada do controle!

Cães também podem ter alergia?


Você já teve a impressão de que o seu cachorro acordou com o rosto inchado? Pois bem, você estava certo. Muitas vezes, o sinal mais comum de um processo alérgico agudo nos cães é o edema, também conhecido como inchaço na face.

A princípio, é essencial que os donos tentem observar o que pode ter desencadeado o problema, tentando evitar uma nova exposição ao agente alergênico. Medicamentos, picadas de inseto e, pasmem, até mesmo as vacinas podem ser as responsáveis pelos edemas. Daí, os sintomas não demoram a aparecer e o inchaço na face é confirmado por um exame em que o médico veterinário pressiona a face do animal e nota uma marca chamada sinal Godet positivo.

Feito o diagnóstico, o veterinário deverá tratar o problema fazendo uso de cortiocóide e de um anti-histamínico (antialérgico). Esse é um tratamento emergencial que normaliza o inchaço e evita crises graves de alergia, as quais podem evoluir para um edema de glote perigoso. Portanto, ao identificar tais sintomas, leve rapidamente o seu cãozinho a um pronto-socorro animal.

Para os cachorros que têm alergia a alguns tipos de vacina, a solução não é abandonar as injeções, mas apostar em uma medicação preventiva antes de expô-lo novamente ao risco. Se o problema for desencadeado por remédios, como antibióticos, a alternativa é trocar a medicação. No caso das picadas de insetos, o melhor ainda é telar os ambientes em que o animal costuma ficar. Alguns produtos repelentes próprios para cães também podem ser utilizados.
 
Portanto, para evitar sustos, a dica é ficar atento a tudo o que pode fazer mal ao seu bichinho. Cãobinado?

domingo, 10 de março de 2013

Como escolher o seu protetor solar


"Os fotoprotetores devem ser aplicados 30 minutos antes da exposição ao sol e reaplicados a cada uma hora", ensina a dermatologista Shirlei Borelli, de São Paulo. Na meninada a atenção deve ser redobrada e, se o bebê for menor de 6 meses, é melhor nem pôr a carinha para fora nos horários mais quentes. Aliás, muitos especialistas desaconselham a ida à praia no primeiro semestre de vida. "Os efeitos do sol são cumulativos", alerta o dermatologista Victor Reis, do Hospital das Clínicas da capital paulista. Estragos invisíveis — no núcleo das células — ocorridos na mais tenra idade podem virar o câncer da maturidade.

A radiação solar se divide em quatro tipos:
1. Ultravioleta A (UVA) 
Vai até a segunda camada da pele, a derme, e estimula o bronzeado. 

2. Ultravioleta B (UVB) 
Pára na superfície da pele e a deixa ressecada. 

3. Ultravioleta C (UVC) 
É o mais nocivo e causa tumor porque vai fundo. Mas costuma ser barrado pela camada de ozônio. 

4. Infravermelhos 
Aquecem o corpo e dilatam os vasos. 

A proteção contra os raios solares é essencial 
Infelizmente o sol envelhece e, o que é pior, leva ao câncer. Mas não é por isso que todo mundo vai ficar trancado em casa. Para desfrutar da estação ensolarada, fique de olho no relógio. Fuja dos raios de sol entre 10 e 15 horas (acrescente 60 minutos se estiver no horário de verão). E não deixe de se lambuzar de filtro. Nada de economia. "A camada deve ser espessa", diz o dermatologista Sérgio Yamada, da Universidade Federal de São Paulo. Os fotoprotetores estão cada vez mais modernos e existem até fórmulas sem perfume para quem tem alergia. Se você dormir na cadeira de praia, os raios ultravioleta podem maltratá-lo. "São eles que danificam o DNA das células, fazendo com que elas se multipliquem de forma desordenada", explica o cirurgião plástico Rogério Izar, do Hospital do Câncer, em São Paulo. É assim que surge o tumor de pele.

Existem duas formas de filtrar a radiação
1. Barreira física
Esse tipo de filtro forma uma película que reflete o raio solar. Ele bate nela e se dissipa.

2. Barreira química
As moléculas desse filtro absorvem os raios, transformando-os em outro tipo de energia, inócua para a pele.